Mostrando postagens com marcador Astrid Cabral. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Astrid Cabral. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Bainha aberta




Crava em meu corpo essa espada crua.
Quero o ardor e o êxtase da luta
em que me rendo voluntária e nua.
Meu temor é a paz pós-união:
desenlace derrota solidão.

Astrid Cabral  


terça-feira, 25 de setembro de 2012

Modo de amar





Amor como tremor de terra
abalando montanhas e minérios
nas entranhas da minha carne.


Amor como relâmpagos e sóis
inaugurando auroras
ou ateando faíscas e incêndios
nas trevas da minha noite.

Amor como açudes sangrando
ou caudais tempestades
despencando dilúvios.
E não me falem de ruínas
nem de cinzas, nem de lama.

Astrid Cabral

domingo, 29 de janeiro de 2012

Modo de amar




Amor como tremor de terra
abalando montanhas e minérios
nas entranhas da minha carne.
Amor como relâmpagos e sóis
inaugurando auroras
ou ateando faíscas e incêndios
nas trevas da minha noite.
Amor como açudes sangrando
ou caudais tempestades
despencando dilúvios.
E não me falem de ruínas
nem de cinzas, nem de lama.

Astrid Cabral

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Tormentas

.
.
Amor com tremor de terra
abalando montanhas e minérios
nas entranhas da minha carne.
.
Amor como relâmpago e sóis
inaugurando auroras
ou ateando faíscas e incêndios
nas trevas da minha noite.
.
Amor como açudes sangrando
ou caudais e tempestades
despencando dilúvios.
.
E não me falem de ruínas
nem de cinzas, nem de lama.
.
Astrid Cabral
.

LinkWithin

Related Posts with Thumbnails