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Vem,
escreve comigo todas as palavras, os gritos,
os segredos que só nós sabemos.
As mãos e a boca saciando a fome que não finda.
Tudo é domarmos o destino,
o bridão nas nossas mãos, galope pleno.
Qualquer profundidade, a construiremos os dois,
com a vida subindo-nos à garganta.
Só colado ao teu , meu corpo se sabe corpo.
Por isso para que nada se perca,
para que não nos percamos, vem.
Silvia Chueire
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