segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Amor de ostra



Nunca soube como as ostras amam.
Sei que elas têm um jeito suave de estremecer
diante da vida e da morte.
Tens um jeito de acomodar teu corpo ao meu
como na concha.
Eu não sabia como as ostras amam
até que duas pérolas brotaram de teus olhos
no mar da cama.

Affonso Romano de Sant'Anna


4 comentários:

Vieira Calado disse...

Bem bonito,

este poema!

Saudações poéicas

Nilson Barcelli disse...

Poema muito romântico.
Tal como a foto.
Gostei de ambos.
Beijos.

Reticências disse...

" E ela quando brilhou era mais que estrela, era guia pro caminho perdido da minha canção..."

Poema meu de tempos atrás... me fez recordar.

Bjo querida!

Tatiana disse...

falar do amor assim...é algo mágico!
Aproveito a oportunidade para te desejar:
Um Feliz Natal!

Um beijo carinhoso

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