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O que eu sentia novamente amor
era a tua ternura nos joelhos
o espaço convertido entre paredes
aonde os nossos olhos indefesos
repousavam à noite de conceitos
para convencer o mundo necessários
em nós agora já familiares
implícitos comuns sobre os cabelos
bastava-nos o hálito a auréola
tão antiga e solene dos mistérios
o tempo nos passava nós ausentes
de tempo só sabíamos o êxtase
quando a paixão passar consentiremos
o gesto irremissível dos adeuses
Teresa Balté
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2 comentários:
O que tu sentias??...ou será o que tu ainda sentes...?!
Beijo d'anjo
Me apaixono cada vez mais por esse lugar aqui. A música, a aura, a essência.
Estou te seguindo!
Beijos!
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