terça-feira, 29 de junho de 2010

O que eu sentia

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O que eu sentia novamente amor
era a tua ternura nos joelhos
o espaço convertido entre paredes
aonde os nossos olhos indefesos

repousavam à noite de conceitos
para convencer o mundo necessários
em nós agora já familiares
implícitos comuns sobre os cabelos

bastava-nos o hálito a auréola
tão antiga e solene dos mistérios
o tempo nos passava nós ausentes

de tempo só sabíamos o êxtase
quando a paixão passar consentiremos
o gesto irremissível dos adeuses

Teresa Balté

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2 comentários:

sonho disse...

O que tu sentias??...ou será o que tu ainda sentes...?!
Beijo d'anjo

Nath disse...

Me apaixono cada vez mais por esse lugar aqui. A música, a aura, a essência.
Estou te seguindo!

Beijos!

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